sábado, 31 de março de 2007

#1 Editorial

0 opiniões/críticas

Editorial

Desde o dia 16 de Fevereiro que começámos a publicar todas as sextas feiras, e é a sétima semana consecutiva que o estamos a fazer. Isto faz parte dum processo evolutivo do blog e do nosso projecto no seu todo com o objectivo de criar um serviço informativo cada vez mais competente, completo e útil.
A partir de hoje vamos publicar todas as sextas-feiras um editorial que vos serve de guia a todos os acontecimentos da semana (ironicamente o primeiro editorial está a ser publicado num sábado). Ao publicarmos num dia específico da semana a intenção é criar uma certa previsibilidade da nossa oferta informativa, mas as novidades não escolhem o dia em que aparecerem.
Assim tentamos publicar as novidades quando acontecem e às sextas-feiras através deste editorial resumimos os acontecimentos da semana. Tentaremos igualmente publicar um artigo mais alongado com o tópico relacionado com viagens e viagens de baixo custo todas as sextas. Sendo este também um projecto que ainda está a criar raízes existe evidentemente a possibilidade de virmos a publicar num dia diferente da semana. A flexibilidade e adaptabilidade são duas características essenciais para criar um serviço competitivo no mercado das viagens e na Internet.

Informações sobre promoções

Estamos a desenvolver um método revolucionário para que nunca mais perca uma promoção. Até agora, e de alguma forma só esporadicamente, alertámos para algumas das promoções mais interessantes que foram aparecendo. Mas devido à natureza das promoções, a publicação no formato do blog não é o mais adequado a este tipo de informação. Esta é dinâmica e tem sempre a ela associada uma data de validade. Só interessa ter acesso a uma promoção enquanto ela está a decorrer, e quando possível, saber de antemão da sua ocorrência. Fica então aqui a promessa de dentro das próximas duas semanas tornar o nosso serviço uma fonte de informação segura no que diz respeito a promoções.

Esta semana

Para esta semana deixo-vos um artigo intitulado ‘Ondas de Mudança’ que reflecte no papel das agências de viagens e operadores turísticos nos dias de hoje e no futuro. Os quatro grandes operadores vão-se fundir em dois gigantes. E isto é o reflexo de profundas alterações que estão a acontecer nas indústrias das viagens e do turismo. Leiam e deixem as vossas opiniões que são sempre bem-vindas.

Cumprimentos e um bom fim-de-semana,

Tomás Abecasis



Desde a última publicação:1 dias

sexta-feira, 30 de março de 2007

Ondas de mudança

0 opiniões/críticas

No Reino Unido os quatro maiores operadores turísticos estão em vias de se consolidar para formarem dois gigantes, pendente apenas de aprovação pelas entidades reguladoras. A First Choice do Reino Unido vai se consolidar com a Thomson que é propriedade da Alemã TUI para formar a TUI Travel. Num outro negócio independente no mês passado, a Alemã Thomas Cook anunciou que se iria consolidar com a Inglesa My Travel.

Num comunicado conjunto das duas primeiras foi dito que “O ambiente das viagens de lazer mudou significativamente durante os últimos anos visto que os consumidores exigem flexibilidade e escolha, procuram novas experiências de vida e tentam aceder a conteúdo sobre viagens através de diferentes pontos de venda, mais notavelmente a Internet.”

Indústria do Turismo

A indústria mudou significativamente num curto espaço de tempo guiado por dois grandes factores: a Internet e as companhias aéreas de baixo custo, segundo Andrew Windsor, ex-director gerente da distribuição da Thomas Cook. Os vianjantes, mesmo quando em família, cada vez mais preferem marcar os seus voos e reservar os seus hotéis individualmente do que comprar tudo num pacote preestabelecido. “Ir a Espanha ou às Ilhas Canárias já não é nenhum mistério. As pessoas ficam contentes por marcar os seus próprios voos e desenrascarem-se no destino”, segundo Jerry Skidmore. “É cada vez mais difícil fazer um bom lucro a vender um pacote de viagem. As firmas têm tido que cortar nos preços para vende-los, mas os preços tornaram-se ridiculamente baixos”.
Segundo a BRMB, empresa Britânica de estudos de mercado, as vendas dos pacotes de viagens caíram 14% em quatro anos. Tendo em conta que a indústria do turismo tem estado em expansão nos últimos anos, isto demonstra como os pacotes têm perdido quota de mercado significativamente.
O advento das companhias de baixo custo abriu o caminho a novos destinos na Europa e além disso removeram as agências de viagens da equação de planear uma viagem. Estão agora mais facilmente acessíveis destinos considerados mais exóticos como por exemplo os países da Europa do Leste.
O novo consumidor é mais entendido na Internet e procura orientação em sites de comentários de outros viajantes como o TripAdvisor em vez de nas brochuras promocionais, reconhecendo estas como um instrumento de vendas – no entender de John Lennon da Glasgow Cadelonian University.

Fusão da First Choice e da TUI

Um porta-voz da First Choice disse que as companhias se ajustavam bem estrategicamente porque a companhia Inglesa está focada em férias de actividades e turismo especializado enquanto que a TUI tinha construído uma maior base de clientes baseada em pacotes de baixo custo. Ambos os operadores sofreram grandes quebras nos lucros do último ano. A fusão vai gerar poupanças na ordem dos 100 milhões de libras por ano – equivalente a cerca de 147 milhões de Euros. São esperados milhares de despedimentos apesar de estes ainda não terem sido anunciados.
Sinergias de custos podem ser alcançadas em oito áreas: consolidação do retalho, call centers e custos administrativos; distribuição optimizada (incluindo das lojas); maior tráfego na Internet; custos reduzidos
comerciais e de marketing; planeamento e operação de voos -a First Choice tem 34 aviões e a TUI tem uma frota de 127 aviões -; eficiências de custos de destinos, e melhor rendibilidade.
A TUI Travel vai focar-se em quatro áreas: conteúdo, distribuição, competitividade nos custos e aquisições dentro de segmentos especializados. A TUI espera também utilizar a perícia da First Choice em mercados especializados nalguns dos seus principais mercados Europeus como Alemanha, Suécia, França e Bélgica.

O futuro dos operadores turísticos e das agências de viagens

Vai continuar a existir um futuro para os operadores turísticos mas estes têm que se adaptar às novas realidades do mercado. As áreas de maior crescimento são as do turismo especializado. Este pode ser de actividades ou desportos, turismo de aventura, turismo cultural, turismo rural, turismo de experiências, expedições para destinos mais longínquos, entre outros. O número de lojas de agentes de viagens vai reduzir significativamente ao longo dos anos, e a presença na Internet é cada vez mais fundamental.
Existem clientes mais tradicionais que irão continuar a preferir as agências de viagens por certo, mas este número vai-se reduzindo. É importante que as agências permaneçam abertas em horários pós-laborais e aos fins-de-semana segundo Bill Munro, fundador da maior agência de viagens independente do Reino Unido – a Barrhead Travel. Acrescenta também que o sucesso das agências depende de quão rápido de deslocarão do modelo de férias de 7 e 14 dias para um modelo mais flexível.

Uma clara vantagem das agências com presença física é o contacto humano. Com este vem a possibilidade de comunicar directamente com alguém especializado em viagens, apesar de existir sempre o outro lado da moeda… basta imaginar falar com um vendedor de automóveis. Na nossa opinião o que as agências precisam realmente de fazer é explorar ao máximo as vantagens deste contacto humano. É o que as diferencia das outras fontes de informação e serviços de reservas existentes, especialmente a Internet. Uma agência que se limite a disponibilizar preços e pacotes de viagens é facilmente substituída por uns clicks na internet.

Os ventos sopram e as mudanças acontecem. O projecto que estamos a criar quer fazer parte desta mudança e prosperar na nova realidade que vai aos poucos emergindo.

Boas viagens e até breve.

Tomás Abecasis

Desde a última publicação:7 dias

sexta-feira, 23 de março de 2007

Sim Europeu ao acordo Open Skies

0 opiniões/críticas

No seguimento do artigo aqui publicado no dia 9 de Março - Open Skies - seguem-se os últimos desenvolvimentos neste importante acordo transatlântico.

A União Europeia chegou ontem a acordo para liberalizar o tráfego aéreo entre a Europa e os Estados Unidos. O acordo “Open Skies” foi votado unanimemente a favor pelos ministros dos transportes dos 27 países membros da União Europeia.

Uma das grandes controvérsias do acordo é que as transportadoras aéreas Americanas podem fazer voos dentro do continente Europeu, enquanto que as transportadoras Europeias não podem fazer voos internos nos EUA. Outra é que não é permitido investimento estrangeiro em mais de 25% das acções com direitos de voto nas transportadoras aéreas americanas.

O Reino Unido, o único país que se preparava para vetar o acordo, cedeu em troca de um compromisso em que a UE irá abandonar o acordo, dois anos após este entrar em efeito, se estas duas situações não se alterarem. “O secretário do transporte do Reino Unido afirmou que cada Estado individualmente poderá decidir que direitos retirar se Washington não permitir investimento estrangeiro em e a posse das transportadoras aéreas americanas numa segunda fase do acordo.” [in reuteurs]

O aeroporto de Heathrow – ver peça à parte – é uma peça tão fundamental neste acordo que só por si atrasou a data em que este vai entrar vigor. A data prevista era 28 de Outubro deste ano mas passa agora a entrar em vigor só a 30 de Março de 2008, isto porque em Março vai estar pronto um novo terminal neste aeroporto. Este aeroporto é também a razão principal porque o Reino Unido se opunha ao acordo, já que a British Airways – quem mais vai perder com o “Open Skies” – detém uma posição dominante neste aeroporto. Actualmente só quatro transportadoras, duas de cada lado do Atlântico têm acesso às rotas transatlânticas a partir deste aeroporto. Com o acordo estas restrições são eliminadas mas a lotação do aeroporto mantém-se.

O tráfego aéreo da Europa e dos Estados Unidos representa 60% de todo o tráfego mundial. Daí a importância global do acordo que poderá ser servir de modelo para outros acordos no futuro a uma escala mundial. Actualmente cerca de 50 milhões de passageiros voam nas rotas transatlânticas e com as condições criadas este número poderá aumentar 50% – mais 25 milhões de passageiros – dentro de 5 anos.

Anthony Concil, porta-voz da Associação Internacional de Transportes Aéreos, considera que “este é um passo na direcção certa (…) mas que é só um passo e não a viagem completa.”

‘Que se abram os céus! ’

Cumprimentos,

Tomás Abecasis

Outros links:

Comunicado da União Europeia
Jaques Barrot
, Vice-Presidente da Comissão Europeia, responsável pelos Transportes numa sessão plenária do Parlamento Europeu a 13 de Março


Desde a última publicação:1 dia

quinta-feira, 22 de março de 2007

Voos baratos para Barcelona e Madrid

0 opiniões/críticas

Companhia: Vueling

Termos da promoção: “100.000 lugares a 20€ tudo incluído – in spring se correres, voas”. As tarifas mínimas a partir de Lisboa são de facto 30€, mas há muita disponibilidade e os preços apresentados na tarifa já incluem todas as taxas.

Destinos (preços mínimos de ida e volta entre parênteses):

De Lisboa: Barcelona (50€), Madrid (50€)

Validade da promoção: quinta-feira, 22 de Março a segunda-feira, 30 de Março

Voar entre: Maio e Junho


Desde a última publicação: 0 dias

Voos baratos para Bruxelas só hoje!

0 opiniões/críticas

Companhia: brussels airlines

Termos da promoção: “Evening Sale” para celebrar o primeiro milhão de reservas são colocados 100.000 lugares em 21 rotas Europeias à venda ao preço de 49.99€ tudo incluído

Destinos (preços mínimos de ida e volta entre parênteses):

De Lisboa: Bruxelas (99.98€)

Do Porto: Bruxelas (99.98€)

De Faro: Bruxelas (99.98€)

Validade da promoção: quinta-feira, 22 de Março das 18h às 24h

Voar entre: domingo, 15 de Abril e quinta-feira, 30 de Agosto

Como encontrar os melhores preços: carregue aqui


Desde a última publicação:2 dias